Netbeans em inglês

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Depois de muitos tempo precisei do Netbeans novamente, para um projeto web ( antes de mais nada, sim para web eu acho o Netbeans melhor do que o Eclipse).

Se você assim como eu abomina o Netbeans em português, veja como deixá-lo em inglês:

1. Solução temporária

Inclua “–locale en:US” no final do comando de inicialização do Netbeans.

“C:\Program Files\NetBeans 6.0.1\bin\netbeans.exe”  –locale en:US

2. Solução permanente

No diretório de instalação do Netbeans, por exemplo,

C:\Program Files\NetBeans 6.0.1\etc

Abra o arquivo “netbeans.conf” e procure a linha “netbeans_default_option”

netbeans_default_options=”-J-client -J-Xss2m -J-Xms32m -J-XX:PermSize=32m -J-XX:MaxPermSize=200m -J-Xverify:none -J-Dapple.laf.useScreenMenuBar=true”

Inclua “-J-Duser.language=en -J-Duser.region=US” na final desta linha

netbeans_default_options=”-J-client -J-Xss2m -J-Xms32m -J-XX:PermSize=32m -J-XX:MaxPermSize=200m -J-Xverify:none -J-Dapple.laf.useScreenMenuBar=true -J-Duser.language=en -J-Duser.region=US”

Fonte: http://blogs.sun.com/tao/entry/set_netbeans_user_interface_language

Começando com o Ubuntu em 7 passos

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Sempre achei o linux “estranho” e nunca me interessei e ficar “apanhando” do sistema operacional. Mas ao mesmo tempo tinha uma curiosidade de trabalhar com ele, principalmente porque algumas ferramentas funcionam melhor no linux do que no windows.

ubuntuEntão depois de um período de férias finalmente resolvi experimentar uma distribuição linux. Resolvi começar com a Ubuntu 8.04. Vou começar a publicar minha experiência de iniciante com o linux e minhas impressões sobre o mundo Linux / Windows.

1 passo: Instalação: A instalação foi muito tranquila, em meu computador eu tinha o windows vista instalado e um espaço reservado para instalar o linux, mas resolvi aumentar e foi muito simples e sem problemas, mas claro sem é bom ter um backup dos arquivos antes disto.

2 passo: Selecionar o SO padrão: Como queria que o windows fosse o SO padrão fui procurar como fazer isto. Eu já sabia que seria fácil encontrar, afinal a comunidade linux é muito grande e ativa. Para alterar o SO padrão basta editar o arquivo:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

E alterar a linha:

# Set the default entry to the entry number NUM. Numbering starts from 0, and
# the entry number 0 is the default if the command is not used.
#
# You can specify 'saved' instead of a number. In this case, the default entry
# is the entry saved with the command 'savedefault'.
# WARNING: If you are using dmraid do not change this entry to 'saved' or your
# array will desync and will not let you boot your system.
default	0

3 passo: Acessar a rede wireless de internet: Depois de encontrar todo tipo de configuração, e tentar várias delas, fiquei muito desapontado por nenhuma ter funcionado, me revoltei e larguei por um tempo. Mas os dias passaram eu me acalmei e pensei que nesta altura do campeonato isto não poderia ser tão difícil, já que é muito comum hoje em dia. Resolvi começar do zero, apaguei todas as alterações que tinha feito e todas as cofigurações de rede que tinha tentado e comecei a ler o help do proprio ubuntu, para minha surpresa a configuração é ridícula de simples, mas só funcionou depois que eu excluí as mil e uma porcarias que eu tinha modificado. Um exemplo com figuras http://www.guiadohardware.net/tutoriais/rede-wireless-linux/.

Mas a sacada está na edicão de um arquivo para adicionar o IP do roteador wireless, depois disto basta seguir os passos descritos no link acima.

sudo gedit /etc/avahi/hosts

Lição: procurar primeiro no help porque apesar de ter muita informação nos sites, muitos não mencionam versão ou distribuição e nem sempre aqueles passos de configuração são válidos.

4 passo: Atualizar o sistema: Com a internet funcionando o primeiro passo foi atualizar o Ubuntu. É muito simples basta acessar o menu System -> Administration -> Update Manager e clicar no batão Check. Pronto da mesma forma que o Windows Update o Ubuntu busca todas as novidades e lista para a gente selecionar. Como eu nunca tinha atualizado nada, demorou para ele baixar todas as atualizações e para variar no final pediu para reiniciar como o Windows.

5 passo: Configurar o teclado e acentuação: Isto realmente foi um saco, instalei o Ubuntu em inglês, meu teclado é padrão americano. E encontrar a configuração correta para que o “ç”, não tenho outra palavra, foi uma m****. Estes passos resolveram mas achei muito prodre este esquema, isso é uma gabiarra na minha opinião, já que alterando a língua padrão para português o cedilha funciona. Em todo caso segue o passo-a-passo http://vitorpamplona.com/wiki/Cedilha,%20Gnome,%20KDE%20e%20Ubuntu%208.04%20em%20Ingl%C3%AAs

6 passo: Instalar o JDK 6: Pelo que percebi existem duas meneiras de instalar as coisas no Ubuntu, uma e a mais fácil é utilizando o Synaptic Package Manager, que foi minha escolha inicial, é muito simples, vc procura o que quer e o Ubuntu faz o download e instala sem problemas.

Mas tem um ponto negativo esta facilidade, os pacotes consultados nem sempre são os mais atuais, como no caso do JDK 6, que quando fiz a minha instalação a versão mais recente era a 1.6.0_07.

A outra opção é baixar o arquivo do site da sun, por exemplo, e aí sim é posível pegar a versão mais atual ( realease 13, no caso ), e para instalar aparentemente não tem muito mistério, basta descompactar o arquivo, convertê-lo para um pacote debian e instalá-lo. Mas como estou começando achei melhor a primeira opção, porque tinha quase certeza de que alguma coisa não iria funcionar e eu teria que passar mais algum tempo tentando configurar o java.

7 passo: Eclipse: Este foi a mesma coisa do windows, basta fazer o download, descompactá-lo e usá-lo da mesma forma, sem segredos.

Ainda tem muita coisa estranha para mim, principalmente os diretórios mas com o tempo me acostumo, vamos ver o que vem pelo frente.

O que é o sucesso profissional !

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Sucesso

Trabalhar é importante, me proporcionou coisas como segurança e conforto. Já passei por várias fases na minha vida profissional, desde a inexperiência do primeiro dia de trabalho até os dias atuais, trabalhei em diversos projetos com diferentes tecnologias ao longos destes 12 anos. E minha vida pessoal também mudou, aproveitei a vida de solteiro e hoje sou casado e tenho um filho, meu apê está quitado e tenho um carro legal. E por conta de tudo isto, as minhas prioridades começaram a mudar.

Eu realmente gosto de desenvolver software, estudar a respeito de novas técnicas, experimentá-las quando possível, claro desde que necessárias no projeto, e me interesso pela qualidade do produto final. Além disto, é obvio que me importo com a qualidade como os software são feitos, ou seja, o nosso (o meu) ambiente de trabalho, afinal eu passo muito tempo lá, as ferramentas, as tecnologias, metodologias, micros, móveis e tudo mais que possa influenciar no trabalho ou no “humor” do profissional.

A alguns meses eu estava insatisfeito com coisas que acontecem quando estamos trabalhando, tratar com chefes boçais despreparados para o cargo que ocupam, falta de liberdade nas decisões técnicas e de horário, entre outras. Pensando a respeito eu percebi que eu precisava tomar alguma atitude, afinal eu trabalho para viver, e hoje isto é necessário para sustentar minha família, que definitivamente é o que tenho de mais importante.

Refletindo sobre esta situação, trabalho e família ( vida profissional X vida pessoal ), percebi que eu já atingi um nível de conforto muito bom, e atualmente ter mais sucesso para mim não significa ter um salário melhor ou trabalhar com a tecnologia xyz (claro que isto não significa perder a empregabilidade), ter mais sucesso para mim é melhorar minha qualidade de vida, é manter o nível de conforto que tenho e passar mais tempo com a minha família. E no trabalho ter um dia-a-dia mais saudável.

Desde que esta ficha caiu, eu comecei a mudar algumas coisas:

  • parei de ler livros e estudar assuntos técnicos em casa, muita coisa que eu leio/estudo é consequencia de uma necessidade do trabalho, logo nada mais justo do que eu manter esta atividade durante o trabalho.
  • como trabalho em uma empresa industrial, sua atividade fim não é software e como toda empresa grande existem várias questões desagradáveis relacionadas a desempenhar esta atividade.  Um tempo atrás eu consegui mudar para uma área que tem mais liberdade nas decisões, agora estou estudando formas de como implementar, aos poucos, a utilização boas práticas de desenvolvimento como TDD, integração contínua, processos ágeis, etc. Porque estas práticas ainda são um tabu, mas afetam diretamente o meu dia-a-dia.
  • outro ponto que estou vendo como melhorar é o horário, mas como tenho que bater cartão, a única coisa que me ocorreu foi atualizar meu cv deixando claro que estou interessado em trabalho no regime home-office.

Hoje eu vi esta entrevista do Damien Katz no infoq.com, onde ele conta a sua experiência em busca de um trabalho legal. Se você ainda não viu e está interessado em melhorar sua qualidade de vida, recomendo que veja é um verdadeiro caso de sucesso. Como ele mesmo disse, é uma apresentação dos passos dele e não uma receita, até mesmo porque cada tem seus interesses profissionais. Mas seguindo a linha do Katz, no mesmo instante recordei dos projetos de sucesso de pessoas mais próximas, o Dalton com o seu projeto JavaBB que é utilizado pelo UOL Jogos e o Rafael com o JForum que é utilizado pelo JavaRanch. Não sei o que eles buscam para vida deles mas é um elemento de motivação, afinal como o próprio CounchDB, foram vários anos até o projeto adquirir maturidade e reconhecimento.

Da mesma forma que surgiu o movimento slow food, cada vez vejo mais pessoas interessadas em sair da correria do mundo capitalista que muitas vezes prega apenas trabalho, estudo e de brinde você ganha o trânsito. Profissionais buscando uma qualidade de vida melhor para si e sua família equalizando a balança entre família/conforto versus trabalho. Quero deixar claro que isto não têm nada a ver com acomodação profissional. Eu não sei se isto tem algum nome, mas certamente eu sou mais um adepto.

A minha caminhada está apenas no começo, mas o meu objetivo está muito nítido para mim.

Por que os chefes são boçais?

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Depois que li este post no blog do Jeveaux, a revolta a respeito desta situação veio a tona e resolvi desabafar a respeito.

Neste texto:
1 -”chefe” refere-se a pessoa responsável por um time que não coloca a mão na massa ou coloca muito pouco, mas é responsável pelo acompanhamento do projeto e tem poder de decisão.
2 – um bom chefe deveria saber gerenciar pessoas/conflitos e ter uma noção do que as pessoas do seu time fazem, ou seja, ter uma noção das tecnologias utilizadas, saber o que determinada tecnologia permite ou abrange.

É impressionante como um grande percentual dos chefes não tem qualificação para ocupar o cargo que ocupam, detalhe, em todas as áreas. Trabalhei um bom tempo como consultor e neste período tive a oportunidade de desenvolver alguns trabalhos paralelos, que colaboraram para eu participasse do mesmo ciclo vicioso, mas em outras empresas, do mal gerado pelos chefes sem qualidade.

Dos profissionais é exigido atualização, pró-atividade, foco, etc. Mas e dos chefes o que é necessário? Simplesmente deixar a roda girar, que com o tempo cria os chefes que vemos atualmente. Pessoas com algumas idéias e conceitos cravados pela sua experiência sem valor de “deixar a roda girar”, mas isto, como comentou muito bem o Jeveaux em seu post é o suficiente para o projeto terminar, claro que quase sempre com uma combinação qualquer das 3 opções básicas; orçamento estourado, fora do prazo e falta de funcionalidades. A falta de atualização destes chefes, e seus superiores, afinal eles chegaram lá pelo mesmo caminho, é o que torna tão difícil mudar uma ferramenta, ou processo ou mesmo adotar um framework ( já aconteceu comigo e foi ridículo, afinal ele jamais teria contato com este detalhe de “baixo nível” ), por medo do desconhecido.

Boçal é aquele chefe que cobra sua equipe mas é na verdade um acomodado. Se sua equipe necessita desenvolver um projeto utilizando alguma tecnologia diferente, e obviamente terá que estudar mais a fundo suas caracteristicas, porque o chefe também não deveria se atualizar sobre o seu propósito? Ou mesmo que seja a respeito de uma ferramenta, nas grandes indústrias é comum e aceitável a questão de que existem ferramentas corporativas, mas quando estas ferramentas estão ultrapassadas por não atenderem as necessidades das novas tecnologias ou formas de trabalho, porque não trocá-las também. Claro que algumas não se troca de uma vez na empresa inteira e sim em doses homeopáticas. Nestes casos o chefe deveria entender o problema de sua equipe e no mínimo questionar a área responsável pela ferramenta corporativa a respeito das funcionalidades desejadas fundamentando nas necessidades da sua equipe, ou pelo menos informar para a equipe os motivos que impeçam esta modificação, mas comoele não tem a capacidade de discutir sobre o assunto, é cômodo dizer simplesmente que são normas da empresa utilizar determinadas coisas. E eu já vi o cúmulo desta situação, onde um ferramenta corporativa é trocada por uma pior por causa de política, mas neste caso a adoção é feita em doses homeopáticas, ou seja, projetos novos na ferramenta nova e os antigos continuam na antiga e talvez aos poucos vão migrando.

Também trabalhei com chefes bons ( do ponto de vista gerencial e técnico ), mas infelizmente muitas vezes eles eram “castrados” pela burocracia ou pelo poder de seu superior. Uma vez um chefe me disse que quanto mais se sobe na empresa, mais fácil fica, afinal as coisas não precisam “compilar”. Para isto tenho apenas uma coisa a dizer, “tem coisas que só o mundo corporativo proporciona para gente“.

E o seu chefe, é um boçal?

Lista de livros

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livros

Por causa do trabalho nós acabamos lendo sobre assuntos diversos, nem sempre interessantes, mas o conhecimento não é desperdiçado, no mínimo fica a impressão de como foi trilhar aquele caminho.

Normalmente eu apenas lia um livro quando precisava aprender algo, porque apesar de ler bastante coisa na internet eu não tenho o hábito de ler livros, mas estou tentando mudar isto, tentando ler algum livro técnico durante o trabalho e livros não técnicos em casa. Por enquanto está indo bem e já comecei a sentir algumas melhoras.

Apesar de comum nos blogs para servir como referência para leitores do mesmo, adicionei uma página com minha lista de livros com o mesmo intuito e também para que eu tenha uma noção mais clara da minha evolução. Apenas listarei livros técnicos nesta página, livros lidos por hobby fica para posts simples, caso eu esteja com vontade de comentar algo.

Recomeço…

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fenixDepois de participar das comunidades java ativamente (aprendendo, discutindo e colaborando), passei por um hiato de aproximadamente 2 anos “fora do ar”, por vários motivos pessoais e profissionais.

Durante este tempo acompanhei, de muito longe, a evolução das comunidades participando esporadicamente apenas como leitor. Tive que deixar de lado o desenvolvimento web e trihar outros caminhos da vida de profissional de TI ( que nunca deixei de ser ).

A blogsfera não me encatava no início mas foi me conquistando aos poucos e hoje, acredito que este seja o veículo para retornar a caminhada do aprendizado e da colaboração.

Aproveitando o ano novo como marco deste recomeço de minha participanção.

Neste espaço compartilharei as minhas experiências deste retorno, sejam elas técnicas ou não, e de minha reciclagem sobre web.

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